domingo, 1 de setembro de 2019

As Bodas de Manjerona dos Srs.Rosalynn e Jimmy Carter

Hoje foi o domingo especial de comemoração especial na família Carter; dona Rosalynn e o presidente Jimmy Carter completaram 73 anos de casados, o que significa que caminhar juntos esta longa jornada os sintonizou em osmose mental, comunhão espiritual e harmonia amorosa. E não é porque não viveram crises, e não é porque somente para eles tudo é e foi fácil, que alcançaram esta marca espetacular, foi porque desejaram saltar sobre os problemas insolúveis que todo casal um dia enfrenta, é como sei, como vejo, e também, decerto, porque os problemas, embora difíceis, nunca implicaram em denegrir ou anular o outro para se sobressair. 
É importante mencionar que sabemos que alcançar setenta e três anos de casamento implica em força e  superação, de que esta mulher e este homem são exemplos.
Até agora, 73 anos de alegrias e realizações, de vitórias, que à partir de agora e já há um bom tempo, potencializam-se dia a dia, pois dentro dos corações experientes e maduros, as emoções são mais intensas, assim como os insights mentais são mais rápidos. Ás vezes o meio respeita e celebra as conclusões as quais as pessoas com longa história de vida chegam, e Rosalynn e Jimmy fazem parte deste grupo de humanidade e desfrutam intensamente de todo tempo que têm, assim, comemoramos com este casal que exemplifica os votos universais que se usa dedicar aos jovens enamorados ou aos casais que confirmam oficialmente seu compromisso de amor eterno, desejando alegria e saúde para que sigam desfrutando do amor que os une e nos alegrando e nos tornando mais vivos e esperançosos no seu exemplo.
Parabéns!

Um pouco sobre o casal no site da Casa Branca:
"Dona Rosalynn foi co-fundadora do Carter Center e permanece ativa em seu trabalho particularmente como uma renomada e eficaz defensora da Saúde Mental. Ao longo das suas décadas de serviço público, a Sra. Carter tem sido uma defensora da Emenda dos direitos Iguais; cuidadores, imunização na primeira infância e a resolução pacífica de conflitos. A compaixão, o comprometimento e a dedicação da Sra. Carter, fazem dela um modelo para mulheres e meninas de todo o mundo."
"Eu acho que é muito importante para todos os estudantes...lembrar a importância da paz, dos direitos humanos e do amor um pelo outro, e dos princípios que nunca mudam em nossas vidas. Rosalynn, eu e toda nossa família, agradecemos do fundo do nosso coração."
Lema do presidente Carter:
"Das planícies à Casa Branca e além."

https://jimmycarter.info/president-mrs-carter/rosalynn-carter-quick-facts-bio/

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Projetos filantrópicos do Presidente Jimmy Carter

Ao lado da esposa, dona Rosalynn, o presidente Jimmy Carter, volta a construir casas para o Habitat for Humanity após cirurgia no quadril.
Imagem Getty
A qualquer pessoa preocupada pelos rumos que os acontecimentos que estão além do seu poder, mudar, resta riscar um círculo imaginário em torno de si e determinar que dentro dele está ela e as coisas boas que quer e ama. 
Ninguém é o centro de um círculo para onde deseje trazer dor e sofrimento, dentro do círculo, só o amor, e a pessoa integralmente, sem reservas e mais forte.
Assim, saiu recentemente de uma hospitalização breve, o presidente Carter, e a seguir se encaminhou para o projeto de casas populares.
Há aquela foto em minha página Clara d Abadia do Facebook, do presidente, sábio ancião, raspando uma parede sorridente.
Se ele apenas posou para a foto após o período de hospitalização, ainda assim, criou uma imagem mágica capaz de levar luz a muitos corações, aos dos sem teto, aos das pessoas que desistem das pequenas ações se estão impedidas por qualquer motivo de praticar as grandes, e aos que o admiram, então, nem dá para imaginar o quanto é inspirador.
Acontece que eu sofria violência e assédio quando criança, já declarei o que nunca tinha mencionado nunca antes para ninguém, que naquela fase criei um círculo e ele me levava onde o presidente Carter dava entrevistas e arrazoava no seu círculo de luz.
Ele nunca soube que eu entrava em seu círculo, mas como era um círculo de produção, de trabalho, e de boas intenções, eu podia entrar e era para ele que eu fugia quando molestada verbalmente pelo meu tio, que a título de piadas, me desmerecia e hostilizava. Infelizmente ele era o líder da família e os protestos tímidos dos meus pais nunca foram suficientes para dissuadi-lo daquela campanha de agressão contra alguém que ele nutria alguma inimizade que não levava em conta a faixa etária. 
Quando gargalhava de forma canastrona e estridente apontando um dedo para mim, e com a outra mão segurando a barriga, rindo até as lágrimas dizendo que eu era uma velhinha, que nem conseguia abrir os olhos, que já tinha pés de galinha, que nunca cresceria mais que aqueles meus cinco e seis anos, que só ficaria mais curvada, e eu não tinha argumento suficiente contra o parente adulto, e só podia chorar. 
Amar o presidente Carter pela televisão foi minha capa de proteção, minha escolha de sanidade mental: "Uns adultos são ruins, outros são bons, alguns homens nunca passarão dos quilos de carne que são, outros voam pelo ar e chegam através da televisão, resolvendo problemas, trabalhando com seriedade." E assim me protegi correndo para o círculo do presidente.
É claro que isso, naquele meio, seria inexplicável e acarretaria numa pecha de desnorteada, além de pessoa idiota ou incapaz de reação que procuravam me impor.
Sempre que vejo a Vida do presidente Carter me sinto grande e vejo que hoje sou bonita, saudável e que aprendo tudo ao que me dedico, que tenho ambições nobres, que o meu círculo se parece muito com o do presidente Carter, nele há sensibilidade e busca constante pela edificação.
Fiquei emocionada ao ver o ex-presidente Jimmy Carter dando sua energia a um trabalho filantrópico, iluminou meu coração.
Aqui não me entregam correspondências, pedi a minha filha e no final do ano ela trará alguns livros escritos pelo presidente Jimmy Carter, especialmente a sua biografia "Memórias Espirituais", que foi lançado no Brasil pela editora Nexo, em 1998.



domingo, 24 de março de 2019

O Havaí odeia recordar James Cook e nós compreendemos os motivos

O Havaí já foi governado por uma monarquia. Quando o rei Kalakaua Uokalani faleceu em 1891, os havaianos já tinham passado por tudo: os brancos já tinham pintado o seu quadrinho clássico por lá, com traços de sequestro de rei, abertura das ilhas para rapinagem que trouxe baleeiros violentos que implantaram a prostituição das meninas e mulheres e daí, doenças que dizimaram boa parte da população.
Aquele caos que sempre sucedeu a chegada do europeu em terras onde os nativos vivem sua cultura integrada perfeitamente à natureza e sem sobressaltos. 
Em 1891, após a morte do rei Kalakaua, sua irmã, Lili'Uokalani, assumiu o poder e isso à principio facilitou a comunicação com os representantes dos Estados Unidos, pois Lili, apesar de conhecer a necessidade de uma reação, tinha espírito diplomático e levou a situação da unidade e independência havaiana o máximo que pode, mas aí já havia embaixada e tropas americanas instaladas, um sujeito se arrogando a presidência da República que fundava... O governo americano não desejava exatamente isso, mas não se mobilizou para garantir os direitos do reino a Lili'Uokalani. Seus guerreiros se mobilizaram, mas antevendo um derramamento de sangue que não reverteria em vitória, Lili abdicou do trono.
Pronto! Passava o Havaí a fazer parte da América, a ser uma posse valiosa e irremediavelmente conectada aos brancos e seus costumes. 
Assim tem sido e não há chance de reversão, não há mais motivos para luta, mas tampouco a memória de tudo isso deixa de exaltar ânimos de um povo que manteve sua história remota passada de geração a geração verbalmente, ainda hoje em torno das fogueiras e mesas os descendentes de Lili'Uokalani rememoram a época em que correr nu em atividades familiares e sociais e esportivas era normal, trocar de esposa volta e meia era um jogo social inofensivo e o poder dos clãs era mantido através da poligamia e uniões entre parentes próximos. Gays se casavam e isso era simples questão de gosto. 
Pecado mortal? Punido mesmo com a morte era homens e mulheres fazerem a refeição juntos. Imoral demais para o gosto do havaiano antigo. Um tabu.
Com o branco e a nova religião obrigatória os costumes públicos mudaram e a terra passou a valer moedas. Isso, ao modo de ver havaiano tem o lado ruim e o lado bom, ainda tem gente vivendo na terra que seu clã ocupou desde a origem do mundo, e bom mesmo e ganhar uma grana vendendo propriedades aos enlevados e apaixonados visitantes que chegam e não querem  mais ir embora.
O turismo é sua fonte principal de renda, mas o rancor pelo passado revivido constantemente na roda dos habituais luaus não deixa de permear as relações entre os que se mantém na cultura ancestral e os "invasores".
Quando nós deixamos de ser invasores?
Primeiro, quando pagamos o preço exigido pela terra que nos é vendida. Depois, quando compramos no comércio local e nossos filhos passam a sentar-se lado a lado com os considerados nativos nas escolas para sofrerem o bulliyng que tem sido inerente nestes choques entre culturas, apesar das arestas muito aplainadas, seguimos ensinando as crianças a reagir de acordo com nossos rancores ancestrais. Quem se muda de cidade, mesmo que more no mesmo país, sabe que as crianças pagam um alto preço até serem aceitas quento mais fechada for a sociedade, pior é. O saldo negativo de ensinarmos as crianças a odiar o "invasor" que está pagando para estar ali, muito mais caro do que os nativos, temos visto nos jornais.
A campanha da vez está sendo levantada contra o dono do Facebook, que foi de férias para uma das ilhas havaianas e pensou em abandonar o trabalho e viver lá. Decidiu que seus filhos tinham que crescer em meio aquele paraíso e começou a negociar um pedaço de terra que ele pudesse formar um parque, porque além de se apaixonar pela ideia de aproveitar o ventinho e tomar banho naquele mar limpinho, ele começou a ver que nem todo mundo cuida bem daquele pedaço do céu; a parte dele ele decidiu manter fantástica, decidiu revitalizar alguma coisa degradada, decidiu...decidiu que se quiser andar pelado, se sua esposa quiser andar pelada, se quiser criar seus filhos vivendo de forma mais naturalista, quer privacidade. Resolveu então traçar um perímetro em torno da terra que comprou e adquirir retalhos de terra onde ainda habitam famílias locais para poder fechar o seu parque. Mas que fechar que nada! No mesmo minuto foi como se ele fosse a reencarnação do maldito James Cook, e alguns havaianos já começaram a se agitar diante de tamanha afronta como é querer viver escondido. No Havaí, e escondido? Eles pensam que isso é demais.
Isso é demais, demais... não poder dar risadinhas vendo Marl Zuckerberg peladão na praia? Não poder contar em roda de amigos como são os seios da mulher do Mark?  Simplesmente igual ao James Cook!
É assim que ao contratar advogados para realizarem as transações com os últimos proprietários do parque, Mark e Priscila ultrapassaram a barreira do bom senso. E começaram a se mobilizar para não vender nem por ouro, o que vale simplesmente o valor que tem. Mark, na ideia dos pequenos proprietários deveria ir pessoalmente negociar, e inclusive eles têm a expectativa de que poderão retalhar o figurino da Priscilla no supermercado, e eles não têm nada a ver se Mark e Priscilla são filantropos, estão envolvidos com milhares de grupos de trabalho para edificação de um mundo melhor, porque eles, estes havaianos nunca saíram do seu terreno e a eles não importa a diferença entre a agenda deles e a do novo vizinho, se ele quer morar lá, vai ter que ser como eles, e assim esquecem de que se fosse como eles, Mark não poderia comprar muita terra e levar a família de helicóptero para passar o final de semana ou alguns meses nas férias. E ele não vai se fechar em casa porque não gosta deles, é porque quando ele foi para lá, ele sarou de toda ansiedade e stress que a vida que ele leva causam, e tendo casa lá ele espera repetir o período de sossego que teve da primeira vez. Só isso, não é desgosto em curtir os costumes locais, em ver as caras locais, no meu entender ele não quer ver muitas caras além da família e amigos íntimos quando vai para as férias, e se quiser e quiser ele mesmo escolher quem vai ver? O que nós temos a ver com isso? 
Vender ou não vender, eis a questão que compete a estes proprietários determinar. Vender bem, que mal tem? Melhor do que ficar ilhado com uma reles entradinha para sua pequena propriedade como se fosse um bicho em exposição no parque do Mark e da Priscila! Eles não querem isso, os havaianos estariam tão confusos quanto a identidade do casal de jovens com suas duas filhinhas, e quereriam descontar neles a gana que sentem dos brancos de outras eras?
A Rainha Lili'Uoklani foi muito inteligente compreendendo o momento, ela teve a grandeza inesperada nos monarcas, que põem o povo para brigar e morrer por eles, e ela entendeu que deveria aconselhar seu povo a conviver com os brancos em harmonia e naquele momento ela não simplesmente vendeu um terreno e se mudou para um melhor com o sobre valor que exigiu, ela abdicou da coroa dela e no momento e da forma que fez isso, ressaltou que a nobreza que herdara era merecida. O sangue dela provavelmente circula nas veias de todo o povo havaiano, que agora vai ter que decidir se para de infernizar o Mark do facebook e deixa ele montar seu pedaço no céu no Havaí, ou se vai calçar o pé porque desejaria que algum grupo que degradasse a natureza e o nome do Havaí, se instalasse em seu lugar. Paraísos na Terra não faltam. Não faltam sociedades que andariam de joelhos uma temporada para ter a família facebook a promover e valorizar sua região.
É seguro para os jovem casal de nerds e suas duas filhinhas morarem em um lugar que promove tanta desordem apenas por ego e expectativas de convívio social frustrados? 
É preciso conhecer a simplicidade e empatia desta família, antes de promover uma revolta tola para um povo tão bacana quanto o havaiano.
A humanidade está observando o desenlace do caso com atenção.
Se não é impossível ao nativo, livrar-se do branco e da sua cultura, também ao branco não é possível viver longe, eles se apaixonam e querem ficar. 
Resta ao nativo, capitalizar tal paixão e seguir evoluindo, juntos e ensinando costumes bons aos que a si acorrem cansados dos costumes maus das grandes cidades.
Borboleta Morpho Epistrophus Caternaria, fotografada pelo meu filho, o Hawkins Joseph.
Estávamos para poder uma árvore de ingá que ameaça cair sobre a casa no próximo inverno, mas descobrimos que é o local onde as raras Morphus (neste eco-sistema), depositaram os ovos da estação, o que significa que nada de poda!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Bill Cosby, cego, é preso aos 81 anos

O artista Bill Cosby está com 81 anos e foi preso recentemente. 
O artista foi condenado a cumprir três anos de cadeia por ter drogado e abusado sexualmente uma mulher. 
Quando o assunto veio a público, dezenas de mulheres apareceram declarando que passaram pela mesma situação com o ator.
Segundo suas alegações, ele lhes dava algo para beberem e praticava sexo sem o consentimento delas. 
Agora ele fala com a esposa, Camille, e família três vezes por dia e pediu que elas não vão até a penitenciária visitá-lo. 
Conforme o seu porta-voz, Adrew Wiatt, declarou a NBC, ele não quer que eles o vejam naquele ambiente. 
O seu representante frisou ainda que o artista usa o seu tempo desenvolvendo o projeto de um novo programa e mantém-se positivo.
Bill Cosby foi preso aos com 81 anos e declara-se preso político. 
Apesar de ter sido declarado oficialmente cego, foi recolhido e cumpre a pena.

Eles amam árvores e pessoas: Bill e Melinda Gates no The Late Show

Bill e Melinda, vivem uma vida fútil de férias em paraísos e tratam de manter-se fora de questões deprimentes relativas a situação dos desvalidos.
Não! Esta seria uma alternativa, mas não. Eles decidiram permanecer conectados a realidade da condição miserável de abandono que a maior parte da humanidade vive em lugares dominados por ditaduras que consomem a riqueza e deixam os ossos do povo expostos, às moscas.
Através da Fundação Gates, têm estado presentes nos lugares mais miseráveis do planeta levando esperança através de programas de saúde, especialmente fornecendo vacinas contra doenças antigas como a pólio, sarampo e difteria. Melinda e os diretores da Fundação executam os programas e pelo que entendo, Bill se aprofunda no estudo de soluções que debaterão antes de aplicar.
No The Late Show eles falam com Stephen Colbert, sobre a necessidade de que os muito ricos paguem um pouco mais de impostos, ou seja, que a percentagem de imposto seja estipulada de acordo com a possibilidade do "freguês".
E, Bill Gates tem uma arvore no quintal que cuida com climatização especial, é um bordo. 
O bordo que lhe informa sobre o sentimento do planeta, creio.
Que bom que ele ouve bem!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Uma Força Global Voltada para a Bondade - Lions Internacional

Osseguintes presidentes americanos foram ou são integrantes do Lions Internacional:
* Presidente Gerald Ford, foi membro do Grand Rapids Lions Club
*Presidente Ronald Reagan, foi membro vitalício do Dixon Noon Lions Club
*Presidente Jimmy Carter, serve o The Plains Lions Club
*Presidente George W Bush tornou-se membro honorário na 101° Convenção Internacional de Lions Clubes.

O Lions seleciona objetivos e desenvolve campanhas para trabalhar nos problemas definidos, os atuais tópicos envolvem meio ambiente, visão, fome e câncer infantil.
Para acelerar a pesquisa contra a cegueira, o Lions de Donwtonw, de San Diego, fez uma doação de quatrocentos mil dólares ao Banco de Recursos Biológicos do Instituto Oftamológico Shiley.
A verba oportunizará à equipe do Instituto Shiley trabalhar com tecnologia avançada no sequenciamento genéticos das doenças oculares que mais afetam os americanos, a degeneração macular, glaucoma e retinopatia diabética.
No campo da visão, entre inúmeras atividades que envolveram o destacamento de equipe de apoio nos Jogos Paraolímpicos no Rio de Janeiro, o Lions ainda está oportunizando obras infantis em braile para bibliotecas e crianças cadastradas.

"A bondade define quem somos como Leões. E porque servimos. Um ato de bondade talvez seja pequeno e pessoal ou grande e profundo. Quando 1.4 milhões de homens e mulheres se reúnem para servir, isso significa uma força dinâmica do bem." reúnem.
Foto da página do Facebook do Lions, e informações do site oficial da entidade internacional.