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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Casa de Ferreiro, Espeto de Pau - O Xeique Maktoum, o idealizador das maiores maravilhas do mundo atual mantém as filhas longe do mundo que caberia a elas ajudar a conservar

A princesa Latifa Maktoum de Dubai tem o corpo de uma jovem mulher e a mente de de uma menina de doze anos segundo a cultura ocidental. 
Ela é rica, inteligente, bonita, mas está condenada a viver pela cultura ancestral do pai, uma vida que não lhe permite amealhar experiências próprias que a levem ao amadurecimento. 
Seu pai, um xeique respeitado e aceito nos high society da nobreza internacional, o Primeiro Ministro, Vice Presidente dos Emirados Árabes Unidos, espera que ela tenha sempre um homem para administra-la e a mantém  numa redoma irreal para o nível de conhecimento que ela adquire através do status econômico ultra-elevado em que vivem. 
Assim ela já tentou fugir algumas vezes e voltou da beirada do continente que não pode usufruir sem a cultura da auto defesa emocional essencial para sobrevivência no mundo cruel.
A tradição do universo em que vive dita que ela precisa ser completamente passiva e ela é inteligente demais para não poder desempenhar o papel que seu espirito veio desenhado para desempenhar. ela puxou ao seu pai, e ele quer que ela se comporte igual a sua mãe, desprezando completamente a vocação que ela herdou dele.
Assim ela busca o apoio entre estranhos, entidades ou amigos, até entre pessoas que não conhece bem, para tentar saltar sobre as grades que a mantém encarcerada numa vida de luxo e pompa, mas em estilo medieval. 
A princesa Latifa é belissima, inteligente e expressa seu dinamismo através do esporte, mas suas vitórias e ações neste campo rigidamente controlado são usadas contra ela. Diz o círculo dominado pelo pai que não se contentar em saltar de para quedas ou praticar capoeira é sinal claro de distúrbio mental, e ela é mantida cativa sob medicação de psicotrópicos e condenada a não mais usufruir nem da liberdade controlada. Agora não pode nem viajar com o séquito como antigamente, destino similar ao da irmã, Shamsa, que também tentou fugir, foi pega e condenada a permanecer oito anos aprisionada em outro palácio do multi milionário e visionário, o regente Sheiki Mouhammed bin Rashid al Maktoum, o mesmo homem que é responsável por Dubai ter se tornado de uma aldeia atrasada na cidade que é, a obra arquitetônica mais impressionante do planeta.
A princesa que está com 32 anos de idade, publicou um vídeo antes da sua última tentativa de fuga elaborada com a ajuda de amigos estrangeiros, foi "reapropriada" no meio da operação no barco usado para a fuga. O esquadrão de captura constituiu-se de dois aviões, cinco embarcações de guerra e um helicóptero. 
O casal de estrangeiros que a apoiou escapou com vida, o francês mergulhou e nadou em águas profundas, depois se disfarçou de mulher para sair do país, a finlandesa instrutora de artes marciais da princesa foi capturada e mantida presa por uma semana.
A princesa só quer ir morar nos Estados Unidos e pretendia pedir asilo se a última empreitada tivesse sucesso. 
Agora é mantida em cativeiro e impedida de entrar em contato com os amigos.
Já que o romantismo da princesa preocupa o pai, a solução seria um meio termo: liberdade assistida por tutores durante a frequência em escolas internacionais de acordo com a vocação intelectual da moça. Coibindo sua propensão ao romantismo mas atuando com um voto de fé na sua capacidade inegável em fazer alianças e envolver pessoas nas causas que ela elege.



segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Urge!

Distanciando-se dos grandes líderes mundiais, o presidente americano Donald Trump segue sendo o esquentadinho reativo através do twiter, é ele, e não seu corpo diplomático e de imprensa, o principal porta-voz do seu governo que devido a insegurança e as incongruências do chefe, vai tornando-se célebre pela forma de explanar os fatos de forma anti-pática e morna.
A equipe de comunicação do presidente americano, que mescla arroubos arrogantes com rotulagem infantil dos adversários e críticos, debate-se, está em crise, mas tem coragem, veste a camisa de Trump quando o pano se abre, mas é como se nem eles pudessem acreditar no que são obrigados a vir a público declarar.
Não há padrões nem parâmetros nem protocolo em que se agarrar e o malabarismo e falta de segurança ficam evidente.
A América que todos conhecem e aquela que era um polo universal atraindo pessoas talentosas de todos os países do globo, torna-se um país com perspectivas complicadas, que esfarinha-se ante nossos olhos preocupados. 
Sem jeito de ter jeito. 
A ex primeira dama Michelle Obama lança esta semana seu livro onde narra alguns fatos da campanha em que Trump bateu a adversária Hillary Clinton ameaçando até mesmo sua segurança física nas coxias antes de saírem para os debates públicos.
Sem chance de uma mudança positiva, a descida do mando se faz urgente.
Nós não gostamos de ver nada que foi construído com tanto empenho geral -a até de nações internacionais - desmoronando para a subida de um líder que talvez não venha a privilegiar os princípios pelos quais estamos norteando nossa luta par a melhora do futuro global, a julgar pelo patamar que Trump está paradigmatizando através do poder que os descendentes dos pais fundadores lhe concederam.



Pai Nosso em Aramaico - Letra original tradução e Narração - Oração

domingo, 14 de outubro de 2018

Não dá mais para contar com a memória curta popular

Desenvolvemos nossas vidas conforme podemos e conforme os meios ao nosso alcance permitem, quando vemos objetivos longínquos que desejamos alcançar, muitos de nós conseguem superar-se e chegam onde desejam. Quando estes objetivos são ideológicos ou materiais, e a vitória é alcançada, parte-se para a etapa da busca do compartilhamento do feito, é a aceitação geral que consagrará nossos feitos. 
A vitória à sós, somente em família ou no grupo restrito é limitada quando o sonho é o sucesso  abrangente e neste ponto estamos vinculados ao todo. 
O todo me dará seu reconhecimento?
Na nossa História universal vultos controversos foram aclamados pelos seus círculos de influência, mas permaneceram e tornaram-se admirados além das suas fronteiras aqueles que acolheram e propagaram a igualdade como sonho, aqueles que tiveram compaixão, mesmo quando promoveram guerras alegando defender estes ideais têm sido aclamados heróis e permanecem paradigmáticos numa sociedade global cada vez mais norteada por princípios de direitos humanos e que vê com antipatia aquele que prega o ódio como maneira de manter o poder ou reforça preconceitos inaceitáveis a irmandade global.
Nossos jovens estão hiper-conectados e embora muitos poderosos não se sintam pais de todos, os garotos se irmanaram através da web e falam todos a mesma língua emocional e alinham espíritos na ânsia da realização do mundo que vai sendo deles.
Se para chegar ao topo, um líder contemporâneo não precisou contar com a simpatia da comunidade dos meninos ele pode liderar no seu grupo, no seu círculo, mas não será amado e não durará nem tornar-se-a um herói ou paradigma.
Não é impossível reverter a situação, mas se ontem ele era retrógrado, sectário, belicista e preconceituoso, e mostrava o dedo do meio aos defensores de fonte de energias limpas ou renováveis, se chegou ao poder defendendo estas posições não vai contar com a simpatia de todos durante sua pretendida metamorfose, que será vista como engodo pelos que não toleram reacionarismos despóticos e ele também vai perder o apoio dos dinossauros que o elevaram ao poder.
Vai?
Talvez os dinossauros sejam mais maleáveis do que a moçada, já que é sabido que atravessado o cinturão de fótons nos primeiros anos do milênio, "nada mais será do jeito que já foi um dia", os poderosos notaram isso com mais precisão do que quem somente vai na onda das mudanças, pois para eles e seus mega-empreendimentos é vital acompanhar a temperatura da galinha dos ovos de ouro. Se aparece alguém representando-os e defendendo o antigo status quo, dando-lhes mais tempo para a transição nos negócios, bem, apoia-se, se não, serão os primeiros a fornecer as pranchas de luz para a nova modalidade de vida da instalação do nano no mundo.
O mundo da humanidade de memória curta acabou-se com a segunda pele que adquirimos no Google, e o medo da solidão alienante desapareceu com a possibilidade de carregar nossos amigos no bolso para onde formos. 
Como as empresas de mídia desonestas que viviam de enganar eleitores montando candidatos fabricados sobrevivem agora? Não sobrevivem, adapte-se ou desapareça.
Se uma pessoa pública defende direitos humanos em geral e a parte da pauta saudável LGBT e a ideia de que cada um cuida da sua vida amorosa, ela desfrutará da sua vida amorosa publica ou privadamente como queira e não será mais ou menos amada por suas escolhas no campo afetivo, mas se uma pessoa vence um grande pleito garantindo aos dinossauros a preservação de uma redoma de hipocrisia que nem mesmo os dinossauros acreditam ser possível manter, e pisa nos direitos humanos como se fossem cocô que não reconheceu antes de amassar com a sola, é muito provável que a moçada vá esperar que essa pessoa vitoriosa e solitária viva conforme os preconceitos que usou para aniquilar quem defendia a esperança de alcançarmos o quanto antes um mundo mais leve surfando em pranchas de luz. 

A Escrita Maia Decifrada, Paul Arnold

"Rejeitando as referências à China, cuja língua e escrita me forneceram a chave, tentaram e continuam tentando enquadras a cultura maia numa autarquia mesoamericana, núcleo de civilização auto-emergente, que se desenvolveu por si só. Desprovidos de todo elemento de comparação, procuram desesperadamente mediante simples induções, a significação dos mais de setecentos sinais.  Assim, em que pesem esforços consideráveis e dignos de admiração, a decifração ão chegou  a fazer progressos, com exceção de alguns detalhes, cada proposição, sempre aleatória, levantou imediatamente inúmeras contestações.
Ignorando preconceitos, tentei primeiro uma comparação possível entre o chinês(língua clássica e viva, e a língua mais "comum", conforme a analisaram, valendo-se de métodos modernos, Maurício Swadesh, Maria Cristina Alvarez e Juan Alvarez Bastarachea.  O resultado foi brilhante, a estrutura do mais, originária e fundamentalmente monossilábica, como a do chinês em sua essência - e não me prendo aos esforços desprendidos pelos sinólogos para transformá-lo num idioma dissilábico segundo as tendências atualmente observadas-, a sintaxe maia, a multiplicidade das funções do vocábulo, a construção, peculiaridades sem outro exemplo, tala necessidade do especificador inserindo entre o nome e as coisas enumeradas, o sistema verbal, cuja característica não está nos tempos, mas nos modos de duração e habituais, enfim, as primeiras sondagens lexicológicas, tudo me levava a uma certeza; as duas línguas ou grupos de línguas acham-se estreitamente aparentadas. Existe uma família de línguas sino-maias cujas normas fonéticas ás vezes são fáceis de distinguir, independentemente das identidades totalmente preservadas.
é o que se dá com o maia lab("velho") e o chinês lao("velho"); maia lub("descer, cair") e o chinês luo("descer, cair"); maia tub("expectorar, espirrar") e o chines tuo("expectorar, espirrar"), etc., ou então, pela nasalização do k ou c final maia: maia muc("cobrir") e o chinês mung, meng("cobrir"); maia hak("assustar-se") e o chinês huang("assustado"); maia tzic("obedecer") e o chinês ting("obedecer"), e outros mais, com uma rara estabilidade semântica, apesar de uma separação de milênios."

do livro de Paul Arnold - A Escrita Maia Decifrada, publicado no Brasil pela Editora Hemus

domingo, 7 de outubro de 2018

Ardil 22

A reação é que são elas!
Assistimos acontecer recentemente uma fase universal de espetacular conquistas sociais benfazejas através do reavivamento  dos princípios fundamentais e éticos, que florescendo na boca do maior líder mundial, beneficiaram seus liderados e se irradiaram  desde os Estados Unidos para o mundo durante o governo de Obama, que assumiu um país enfraquecido por uma guerra, pela crise do estouro da bolha imobiliária e através de uma retomada dos valores dos pais patriotas, que nortearam a fundação da nação americana, das conquistas ou a notícia das vitórias inclusivas aplainou arestas e equilibrou balanças como há muito não se dava ou nunca se dera, o menos não nestes patamares envolventes que o empoderamento popular da comunicação democratizada possibilitou.
Obama desenhou e começávamos a enxergar algo muito promissor, pôde um país de constante ação de movimentos racistas eleger um homem que para eles é negro, para nós brasileiros é pardo e portanto não oferece o caráter de ruptura na linha branca de poder que para eles significou sua eleição, pôde ele subir ao posto máximo e toda a humanidade respirou aliviada pela etapa superada, alivio que não significou pasmaceira, significou revolução de valores, empoderamento psicológico para os afro-descendentes de todas as plagras. 
Revimos nossos conceitos sobre sucesso mantido a respeito conquistado; Obama não aceitava provocações e fez um governo  sumidade respeitadíssimo pelos parceiros e temido pelos adversários. Então chegou Trump, a reação possibilitada pela velha ala republicana que ressentiu-se de tudo o que Obama fez, é e projetou, simplesmente por ele ter ousado abrir as portas ao mundo bater nas portas do mundo, e dado certo, houve esta crise de ciúmes e Trump ascendeu ao posto máximo universal como não conseguiria se os eventos que possibilitaram sua candidatura se desse na próxima geração, quando a próxima camada de poder de republicanos estiver comandando o partido.
Trump viu o nicho dos ressentido investiu nele e se elegeu representando a reação republicana da velha ala às "ousadias do governo dos negros", embora os afro descendentes ao avaliar o governo de Obama tenham declarado unanimemente que ele não os protegeu de forma especial alguma, que a questão cor da pele durante seu governo perdeu relevância sendo o enfoque principal para a questão de apoio às minorias, saúde social e respeito a dignidade humana em geral.
O país baliza da política e Economia e Politica internacional sendo administrado por uma estrela de luz potente fez dele um foco  de assombroso avanço no que interessa a todos, respeitos aos diretos do homem, condução pacífica dos negócios entre nações e avanços no reconhecimento da problemática do clima, que a todos afeta.
Foram oito anos de poder estruturado sobre a diplomacia dirimindo conflitos, sobre decisões serenamente avaliadas e consequentemente tomadas em que a máquina universal foi adquirindo o movimento que todos os pendentes de decisões dos poderosos sempre esperaram e sonharam, em um posicionamento firme e sensato que ia ajustando a equipe de trabalho pela Paz e crescimento consequente. 
Tudo o que dissermos sobre o governo Obama será coroado definindo-o como consequente universalmente. Seja lá o que Trump faça agora, ele já desceu os Estados Unidos da liderança global, podendo gerar guerra, confusão, depressão e crise, mas o feito especial do seu governo foi passar a liderança através da respeitabilidade a próxima nação paradigmática global.
Se os republicanos tivessem agido com a sabedoria do rei Salomão no julgamento da criança com duas mães...ao invés disso agiram para confirmar o vaticínio do velho no bordel do filme de Joseph Heller, Ardil 22.

domingo, 30 de setembro de 2018

Kavanaugh e as mulheres que não sabem ficar quietas quando devem

Por que as mulheres resolveram entregar os podres de Kavanaugh justamente quando ele foi indicado para a Suprema Corte americana pelo presidente Trump?
Esta deveria ser uma pergunta proibida pois formulá-la indica que o proponente não vive no mundo real e muito menos consegue compreender a importância do posto para o qual ele foi indicado no topo, do topo do mundo.
Somente no ano passado as mulheres americanas conseguiram se organizar em torno de um movimento que procura garantir às vítimas de assédio e agressão sexual a segurança para denunciar e a garantia de que ante a revanche do denunciado, o grupo se mobilizará. 
Mas espere aí! 
As mulheres da indústria do cinema  se organizaram no ano passado para lançar o movimento Me Too, não as mais simples e anônimas, mas as divas, as estrelas admiradas que servem de modelo para o resto das mortais do universo, até o ano passado, estavam caindo nas unhas dos chefes para os testes de sofá antes de conseguir papéis.
Me pergunte porque uma menina de um bairro de uma cidade pequena que foi apertada contra uma parede e apalpada e silenciada pela mão do agressor tampando sua boca, não foi à delegacia nos anos 80! 
Pergunte também porque um rapaz que assistiu um estupro coletivo e vibrou se deliciando com a cena ao invés de tomar uma atitude humanitária para com a vítima não sofreu qualquer consequência porque atuou "apenas" como olheiro para os estupradores.
Pergunte-me porque uma estudante não denunciou o colega nojento que durante uma festa na universidade tentou encaixar o pênis na cara dela, por que ela não foi até a delegacia levando consigo colegas testemunhas.
A resposta para as perguntas é a mesma. 
Por sentimento de impotência, pelo risco de passarem vergonha e serem acusadas de incentivar ou de estarem onde isso "pode" acontecer.
Elas não falaram antes porque o rapaz não ia ser dono do destino das mais importantes causas e pessoas do seu país e arbitrar negócios internacionais.
Por que elas vieram à público somente agora?
Uma palavra responde, e nem o indicado à Suprema Corte, nem quem o indicou e está aquecendo-lhe as costas conhecem: patriotismo.
Que pelo visto não compensa nos Estados Unidos do governo Trump.
Se antes estas mulheres foram vitimas e se calaram por vergonha, pelo bem do seu país, agora vencem o pudor e se atiram no vazio.
Outra pergunta que não deve ser feita é como é que elas se recordam de cada detalhe tantos anos passados, porque é falta de conhecimento da psicologia humana.
Quem sofre humilhação em âmbito sexual jamais esquece os mínimos detalhes, pode deixar para lá e viver sua vida, mas esquecer? Jamais! Pode perdoar se for da sua natureza, se o dano de denunciar ou cobrar judicialmente pelo dano for maior do que seu sofrimento permite suportar, mas esquecer? 
Somente o estuprador ou molestador, se ele tem molestado e estuprado displicentemente, assim como quem toma um drinque, esquece algum detalhe, mas as vítimas não esquecem.
O alarme toca muito alto quando quem impôs as violações vai se sentar na cadeira mais alta do país para pegar a maior fatia de poder que um ser humano pode ostentar, em suas mãos.
Quem pergunta porque as mulheres não falaram oficialmente antes, ou porque se recordam de tudo, não entenderá o que está escrito aqui, mas está escrito para ficar registrado.


terça-feira, 25 de setembro de 2018

Senadora Lisa Murkowski - Ninguém vai em frente sem ela!

Indagada por jornalistas se deveria haver um investigação sobre o passado do juiz Kavanaugh, indicado para a Suprema Corte pelo presidente Trump, a Senadora republicana Lisa Murkowski respondeu:
Com certeza esclareceria todas as perguntas, não é?
Lisa foi eleita de uma forma fabulosa.
Seu nome não estava nas cédulas da votação, mas os eleitores escreveram o seu nome, e ela foi eleita a primeira mulher senadora pelo Alaska.
Os eleitores escreveram a mão seu nome na cédula -Lisa Mukowski foi deixada de fora, mas isso é inadmissível - e tcham tcham tcham tcham, mandaram-na direto para o Congresso, onde é tida como uma das mais prolificas e sensatas senadora.
Se uma política com um perfil e apoio destes respalda a grita geral que não aceita elevar a Suprema Corte alguém com passado de abuso sexual, os órgãos legais deveriam ouvir e agir, não é?

É Sério, EUA?

Não me venham com chorumelas sobre imperialismo, quando o seu discurso vai somente até o ponto em que consegues fazer um pé de meia para ir fazer compras, turismo ou o supra-sumo, mandar filho estudar nas potências "imperialistas".
Todos querem o melhor, mas quase todos vão fazer discursos nacionalistas, isolacionistas para agradar aos egoístas incultos para usar sua força e obter seus objetivos de liberdade cujo signo máximo é tornar-se cidadão do mundo.
Desta forma deixemos esta grande massa infantilóide e vamos falar à sério.
É sério, Estados Unidos, que você está abrindo mão da liderança global, de baliza das balanças internacionais, é sério que você está deitando fora e pisoteando o trabalho correto ou equivocado, mas que o trouxe a ser este paradigma nacional que aceita os criativos, cientistas e trabalhadores com sonhos elevados e deles faz o ouro do seu Tesouro Nacional?
É sério que uma personalidade representando o menor QI vai prevalecer sobre todos os diplomatas, pensadores e trabalhadores que passam noites em claro meditando soluções para neutralizar crises?
Um fazedor de crises vai fazer murchar o seu florão, secar seu viço, emparedar seus cidadãos na ânsia de isolar-se da humanidade?
Olhe que há muitas nações com quilate para o substituir!
Ansiosos por assumir o posto máximo junto às Nações Unidas.
Vamos lá Jedis? 
Agir!