Na quarta série do ensino primário,
sexta-feira, 23 de julho de 2021
Trey Gates - O Sermão da Montanha
Trey Gates Entrega o software ao mundo e por isso ele é salgado
Ed Roberts cresceu na oficina de eletrodoméstico do pai, o menino nasceu em Miami em 1941 e cresceu apaixonado por aeromodelismo, em 1970 ele estava desenvolvendo um aparelho que começava a dar respostas através do piscar de luzes, em código binário quando o fanático por hobby que adquirisse o kit por quatrocentos dólares, inserisse dados e instruções através de interruptores enfileirados, não havia teclado e computadores mais avançados eram destinados a uso de corporações e dos militares.
Jovens sonhavam com alguma coisa mais avançada e se divertiam vendo a evolução que conseguissem e então surgiu uma associação a Homebrew para que compartilhassem ideias e resultados e assim num movimento coletivo deliravam com as conquistas. Já temos Bill Gates e Paul Allen se dedicando exclusivamente a forçar a máquina.
Ed Roberts é acessado por um retornado de um kibutz, Les Salonon, dono da revista, a Popular Eletronics que pediu um exemplar da sua máquina para estampar a capa de um edição, o correio extravia a máquina, e enquanto isso Bill Gates entra numa caçamba de lixo de uma corporação para buscar entre a papelada descartada, subsidio para sua ansiedade por desenvolvimento.
Foi a filha de Les Salomon que fanática na série Jornada nas estrelas sugeriu o nome da estrela Altair para o primeiro computador doméstico que estamparia a capa da revista e ainda não havia sido batizado.
Nasceu o Altair, 8800, como definiria Bill Gates, "a primeira coisa que merece ser chamada de computador pessoal."
Bill Gates nasceu em 1955, em uma família estável e tradicional, todos os Gates anteriores pensavam dentro da caixa, ele foi nomeado Willian Terceiro e sua avó, que fora uma estrela do basquete e era uma forte incentivadora do seu pensamento livre e veloz, grande estimuladora dos jogos em família o apelidou de Trey em função das cartas de baralho.
Ao candidatar-se à faculdade, Trey o fez para três, em Yale definiu-se como aspirante à vida política, em Princenton, expressou o desejo de efetivar-se como engenheiro de computação. Em Harvard declarou sua paixão pela matemática.
Trey estava em Harvard, no quarto que dividia com Sam Zneimer e Jim Jenkins quando Paul Allen entrou esbaforido com a notícia sensacional; trazia o exemplar da revista de Les Salomon com o Altair na capa e anunciou devastador ao colega:
-Começaram e nós não fazemos parte disso. Correra patinando na neve enlameada direto da banca até ali.
Desde a sétima série, quando Trey foi apresentado à máquina por um professor ela tornara-se o centro da sua vida. Em torno do seu uso obsessivo, obteve a maior parte de suas vitórias e castigos por burlar regras para apressar o desenvolvimento, até aquele momento decisivo, com Paul Allen balançando a capa da revista em sua frente.
Paul e Trey Gates desvendavam e forçavam o sistema operacional do computador como se fosse um sistema nervoso, era isso que amavam naquilo, a plasticidade infinita do sistema "sutil"da máquina. Já tinham, desde 1968, desenvolvido um jogo cujo código espichado media quinze metros de fita.
Gates e Allen abandonaram as respectivas faculdades e resolveram desenhar um continente compatível com a máquina de Ed Roberts, onde os compradores dos kits com o Altair pudessem desenhar suas civilizações. Eles sabiam que podiam, e ligaram para Roberts oferecendo o produto como se estivesse pronto, Roberts respondeu que recebia telefonemas trote daqueles todos os dias, mas produto que era bom, nada!
Os rapazes juntaram as ferramentas, reformaram, e montaram o que tinham em mente.
O objetivo era economizar bytes e criar algo elegante. compacto e eficiente.
Assim criaram o continente Basic compatível e funcional para dar vida ao planeta de pedras de Ed Roberts.
quinta-feira, 24 de junho de 2021
O egoísmo de Bill Gates
"O livro de Lifu foi reconhecido como o melhor e mais compreensivo sobre o assunto. Ainda que os especialistas não se mostrassem prontos no aceitar literalmente suas interpretações, concordaram que o valor da obra e a erudição demonstrada.
A filolofia era sempre honrada por causa da sua atinência com os estudos clássicos, de modo que o nome de Lifu se tornou gradualmente conhecido dos professores de chinês. Lifu assumiu uma cadeira num pequeno colégio perto da sua casa e tomou ativo interesse na reforma do estabelecimento. Mas não demorou para descobrir que ele era, como dizia, um animal herbívoro, só interessado na "pastagem individual", enquanto os demais professores eram animais carnívoros, mais interessados em não deixar que os outros pastarem, do que de pastarem em seus pastos individuais. Descobriu também que quanto menor era o colégio, mais os perturbava a política interna. Essas mesquinharias chocavam a alma de Lifu.
Ele pairava acima dos outros naquele colégio,
não só como antigo professor da Universidade de Pequim, como autor de uma importante obra.
Entre seus colegas professores corria o rumor que o interesse por ele demonstrado na reforma do ensino, provinha da ambição de tornar-se diretor do estabelecimento.
Lifu aborreceu-se e demitiu-se nas férias, com grande regalo dos que ficaram."
Extraído do livro de Lin Yutang - Momento em Pekim
Entre seus colegas professores corriam rumores de que o fundador da Microsoft tem interesse em melhor o mundo porque é egoísta e quer viver em um mundo melhor.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
Presidente americano, Joe Biden, sobre o Dia Mundial do do Câncer
"A luta contra o cancro é pessoal para mim e para a minha família, para o Vice-Presidente Harris e a sua família, e para milhões de famílias em todo o país e em todo o mundo. Como todas as famílias que enfrentam o cancro, a nossa família aprendeu o máximo que pudemos sobre o cancro que o Beau lutou, desde o seu diagnóstico até ao fim.
Tivemos acesso às melhores enfermeiras, médicos e pesquisadores do mundo. E quanto mais tempo passamos com eles, mais entendemos que mesmo que não pudéssemos salvar nosso filho, a ciência, a medicina e a tecnologia estão progredindo mais rápido do que nunca para salvar inúmeros outros.
Agora, como presidente, estou empenhado em acabar com o câncer como o conhecemos."
Presidente americano, Joe Biden
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
Primeiro dia Internacional da Fraternidade Humana
"Hoje marca o primeiro Dia Internacional da Fraternidade Humana.
Tenho o prazer de participar desta celebração, instituída pelas Nações Unidas, para promover a tolerância, a coexistência pacífica e o diálogo inter-religioso entre as comunidades.
Gostaria de agradecer a Sua Santidade o Papa Francisco e Sua Eminência o Grande Imam de Al-Azhar, Sheikh Ahmed Al-Tayyeb, por lançar esta iniciativa.
Um dia de fraternidade humana é necessário hoje mais do que nunca, enquanto o mundo luta contra a pandemia COVID.
Hoje nos lembra que a única saída desta crise global é através de uma maior fraternidade - e solidariedade - entre os povos.
Os quase 8 bilhões de pessoas que vivem neste planeta podem frequentemente parecer muito diferentes umas das outras. Viver em diferentes comunidades, com diferentes crenças, religiões, opiniões, línguas e diferentes modos de vida.
No entanto, se olharmos de perto, não somos tão diferentes, afinal.
Todos nós aspiramos às mesmas coisas.
Paz.
Dignidade.
E direitos humanos. Para pensar livremente.
Para acreditar livremente. E para nos expressarmos livremente. E ser respeitado, como indivíduos e como membros de nossas comunidades.
Quanto mais nos vemos de longe, mais vemos nossas diferenças. Quanto mais nos olhamos nos olhos, mais vemos nosso próprio reflexo. Nossa humanidade comum.
É por isso que reunimo-nos, para dialogar, para compreender, é mais importante do que nunca.
O diálogo estimula a compreensão. A compreensão inspira tolerância. E a tolerância leva ao respeito. Esta cadeia virtuosa pode tornar possível a paz e a fraternidade. Para os crentes - não importa seu credo - e também para os não crentes.
É o que nos une como seres humanos. E é o que nutre o entendimento mútuo que leva à tolerância e ao respeito entre as comunidades.
Desejo-lhe um atencioso e feliz Dia da Humanidade Fraterna!
Obrigado."
Presidente
Charles Michel
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
domingo, 31 de janeiro de 2021
A Fundação de Bill e Melinda Gates tem 20 anos e eles conhecem um bocado dos horrores do mundo.
"Duas décadas atrás, criamos uma fundação focada na saúde global porque queríamos usar os retornos da Microsoft para melhorar o máximo de vidas possível. A saúde é a base de qualquer sociedade próspera. Se sua saúde está comprometida - ou se você está preocupado em pegar uma doença mortal - é difícil se concentrar em qualquer outra coisa. Permanecer vivo e bem passa a ser sua prioridade em detrimento de tudo o mais."
Assim inicia-se a carta anual de Melinda e Bill Gates à comunidade global, e ela segue com muitos acertos amorosos para com a humanidade como este primeiro parágrafo.
É uma constatação inquestionável, que permanecer vivo é a prioridade acima de tudo mais quando se vive em situação de risco, mas é o principal conceito a ser negado e do qual todo responsável por anular o outro para explorá-lo procura negar.
Cria-se o estigma da preguiça de edificar através do trabalho, de ser capaz de mudar a própria situação se tornando um empreendedor.
Empreendedor sobre a desgraça, sobre a ameaça de não se sobreviver dando-se um passo ousado? Deve nos alegrar à todos que pessoas que estejam trabalhando e investindo tanto no desenvolvimentos de soluções para problemas vitais e cura de doenças básicas que ainda não estão erradicadas façam tal declaração. É uma longa carta, a publicada no Gates Note, dividida em duas partes, uma escrita pela Melinda e outra pelo Bill.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
O Dia Internacional Contra a Corrupção
Hoje o mundo celebra o Dia Internacional Contra a Corrupção, firmado por cento e um países sob a coordenação das Nações Unidas na cidade de Mérrida, no México.
O México, que está brabo e estupefacto com a ação americana, de construir uma muralha na divisa entre os países, que em alguns pontos é composto de três muros paralelos, sendo que a conta foi paga durante a construção pelos EUA com a alegação de que a fatura seria saldada pelo México depois da obra pronta.
Apesar de o presidente Obrador, do México, declarar publica e veementemente que não queria a a obra e que não aceita tal fatura.
Após perder a eleição, Trump deixa a contragosto a presidência americana, e o novo governo herda os problemas inúmeros que ele causou por descaso, desrespeito aos códigos legais e normas de conduta essenciais para ocupar o cargo, sendo dos mais graves a sublevação de alguns correligionários militares que até ali serviram o país de forma indefectível. Pois ele os incitou contra a segurança Nacional. Trump desmontou a estrutura que encontrou funcionando a todo vapor quando subiu ao posto.
Sai de forma grosseira, desalinhada, sem entregar o cargo cerimonialmente, praticamente declarando-se o ditador supremo, ele quer não precisar - pois nunca antes precisou - respeitar normas que a todos envolvem.
E o novo presidente, Biden, assume após Trump incitar um motim durante seu discurso de campanha para reeleição no Capitólio, em que conclamou as massas a "ir até o Capitólio para anular o resultado das eleições". Sua fala resultou na invasão do prédio e a morte de cinco pessoas, entre elas um dos guardas.
No primeiro dia do seu mandato, o presidente Biden deu ordem para o encerramento da obra da muralha entre seu país e o México e pôs fim no desvio da verba pública, que pelo único trecho de muralha nova de menos de duzentos quilômetros, pagou o valor dela toda,cobrando como nova, partes que apenas reformou, apesar de muitos dos rancheiros americanos donos das terras por onde ela passaria terem sido contra sua construção.
Se isso não basta para o impeachment de Trump, o que será necessário? Que ele empregue dinheiro para juntar tropas contra as instituições do seu país?
Pois é isso que e pretende , e já articula uma revolução junto a linhas radicais do Óregon.
O Impeachment de Trump porá fim nos conflitos e colocará o povo e o estabelecimento a procurar pelos ideais e novas metas do país se faz necessário e é essencialmente exemplar.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
Congratulações, presidente Joe Biden e vice, Kamala Harris!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
Filhos, Especiarias e Conselhos!
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| Grupo de Apoio às Artes Plásticas da Fundação Cultural de Ijuí, com artistas os integrantes na época que fui sua coordenadora. |
Na primeira vez que fomos convidados meu esposo, eu e nosso bebê de quarenta dias de idade - para uma festa em sua casa, pensei em não aceitar o convite. Morávamos longe, não tínhamos qualquer veículo, e não gosto de festas muito grandes, mas meu esposo garantiu saber que o convite fora feito para poucas pessoas, e então montamos os diversos kits que é preciso levar nos passeios com filho bebê, e carregadinhos, nos dirigimos à sua casa.
Foi adorável encontrar a harmonia do seu singelo mas organizadíssimo lar e descobrir que éramos os únicos convidados presentes àquela "festa".
Naquele dia entrei em contato com vosso conceito de que música alegre, comida especial, e bate papo cordial poderiam ser denominados como festa, pois era o seu padrão de receber.
Era tao familiar e tranquilo que logo meu ex esposo se sentiu seguro para nos deixar - o bebê e eu - à vossos cuidados e sair para atender algum compromisso paralelo.
À partir daquele dia que terminou com chuva torrencial e uma longa caminhada em que vocês gentilmente me acompanharam para casa, nas festas seguintes vocês me ensinaram muitos macetes culinários que emprego até hoje, e durante nossa convivência regada a aroma de shampoo e talco Johnsons, dos meus bebês e a riqueza de especiarias da vossa cozinha, nos tornamos compadres, quando, depois de quatro anos de amizade, batizaram meu segundo filho.
A convivência comigo, talvez tenha despertado o instinto maternal em você, mas graças à Deus, a convivência com meu ex não tornou seu marido mau como o meu.
Quando nos afastamos devido a minha dedicação exclusiva à promoção da Arte através da Fundação Cultural, meus dois pequenos filhos já frequentavam, ambos aulas de música e pintura naquela instituição e eu já estava cotada para me tornar a próxima Coordenadora do Grupo de Apoio às Artes Plasticas do município, como veio ocorrer a seguir.
Vocês se tornaram pais da esperada e celebrada Karem e pelo bem-estar do seu lindo e pequeno núcleo familiar, se mudaram para perto da vossa família, decisão mais do que acertada que ajudou-os a consolidar sua Casa.
Nos distanciamos por tantos anos devido à empreitadas próprias, mas nuca deixei de me sentir grata e alegre rememorando a degustação daqueles pratos divinos preparados por vocês em vossa cozinha sagrada.
Estas lembranças são para sempre boas!
sexta-feira, 19 de junho de 2020
Crianças que querem fazer o bem ao mundo e proteger vidas se profissionalizam como policiais, onde elas calam quando sabem que gente criminosa está tomando conta das suas repartições?
| "Queridos amigos, Nas últimas semanas - e nos últimos meses antes disso - vimos os tipos de mudanças épicas que são tão profundas quanto qualquer outra coisa que já vi na vida. Embora todos nós sintamos dor, incerteza e perturbação, alguns sentiram mais do que outros. Acima de tudo, as famílias de George Floyd e Breonna Taylor e Ahmaud Arbery e Tony McDade e Sean Reed e muitas outras para mencionar. Michelle e eu - e a nação - lamentamos com essas famílias. Nós os mantemos em nossas orações. E estamos comprometidos com a luta de criar uma nação mais justa em memória de seus filhos e filhas. Hoje à noite, entrei para a Aliança Keeper de Meu Irmão em uma conversa com líderes locais e nacionais para discutir os trágicos eventos das últimas semanas, a história da violência policial nos Estados Unidos e ações específicas que podemos tomar para incentivar a reforma de nosso sistema de aplicação da lei . |
| Parte do que me deixou esperançoso hoje em dia, apesar de tudo, é o fato de tantos jovens serem galvanizados, motivados e mobilizados. Muito do progresso que fizemos em nossa sociedade foi por causa dos jovens. Dr. King era um jovem quando se envolveu. Malcolm X era jovem. Dolores Huerta era uma jovem mulher. Os líderes do movimento feminista eram jovens. Os líderes dos movimentos sindicais eram jovens. O movimento para garantir que os membros da comunidade LGBTQ finalmente tivessem voz e se representassem eram jovens. E os líderes da violência armada e dos movimentos ambientais neste país são jovens. Hoje, quando vejo jovens de todo o país se manifestando de maneira tão significativa - quando vejo seu talento, sofisticação e paixão -, sinto-me otimista. Isso me faz sentir como se este país estivesse melhorando. Mas a mudança real começa com o foco nos resultados e todos comprometidos em fazer sua parte. Estamos convidando todos - desde prefeitos a funcionários do conselho da cidade a cidadãos comuns - a reconhecer e erradicar os efeitos trágicos, dolorosos e enlouquecedores do racismo sistêmico e a tomar medidas concretas para abordar as políticas de uso da força pela polícia em suas comunidades . Todos nós trabalharemos juntos para garantir que possamos reimaginar o policiamento para que reconheça a humanidade de todas as pessoas - para honrar a dignidade de todas as pessoas. "Meu pai mudou o mundo", disse Gianna Floyd, filha de seis anos de George, ontem. Sim ele fez. Sim, nós podemos. - Barack" Arrazoado emitindo em 01 de junho de 20 pela Fundação Barack Obama |
terça-feira, 19 de maio de 2020
Treze mortos em confronto entre traficantes e polícia no Rio de Janeiro
Só que a rebelião não é por direito à Saúde, não é por nada digno ou justo, é por território e cada vez poder maior que o institucional. A maioria das pessoas leva vida normal, trabalha, estuda e se equilibra num universo que está sujeito a abalos constantes quando a polícia confronta os criminosos ou na guerra pelo domínio entre os bandidos. Um universo muito cruel que segue as normas dos comandos e não a Constituição e leis vigentes no país, e onde não há espaço para questionar ordens dadas pelos bandidos.
Uma amiga é filha de uma senhora que viveu toda vida numa das favela do Rio, minha amiga nasceu e cresceu lá, é uma verdadeira dama, quisera que fosse ela o modelo de mulher brasileira e só isso já livraria o país dos horrores que a gente vê em todas as classes. A mãe dela descia o morro trabalhava e sustentou a família quando ficou viúva, criou uma linda família, eu conversava com ela sobre a violência que a tevê mostrava e ela dizia que qualquer cidade tem os problemas que a favela enfrenta, que se você procura ver só o pior e fazer programas somente sobre as maiores mazelas de cada cidade vai ficar horrorizado com o que os redutos mais pobres e inacessíveis apresentam. Desta forma, com alguma sorte e muita discrição, é possível morar no morro e viver uma vida longa e formar um lar modelar,
Para pensar no problema de distribuição de renda do Rio, tenho que evocar minha experiência em um Comité Técnico Urbano em São Paulo, nas reuniões e pesquisa de campo estudávamos e debatíamos melhorias possíveis visando aumentar a qualidade de vida das pessoas que vinham das favelas a trabalhar no centro, As conclusões daquele Comité integrariam o Plano Diretor de São Paulo, antes da eleição de Haddad, ele o oficializaria. Infelizmente no Brasil sempre que muda o mandatário a cada eleição. ele coloca no lixo as soluções dos governos anteriores, as que não eram boas e as ótimas, na maior parte das vezes ele nem tem um projeto de governo razoável, mas parece que eliminar todas as iniciativas dos antecessores já é sua meta de governo todinha.
Durante a elaboração do Plano de Pinheiros, concluímos que se as empresas que absorviam maior número de pessoas das periferias se instalassem dentro das comunidades de onde elas vinham, ou nas imediações, resolveríamos o problema do trânsito e levaríamos a estrutura cidadã essencial para onde ela é mais necessária, isso desmonta a criminalidade por falta de opção, isso se consegue com incentivo público mas é uma solução que contempla a problemática paulista.
Outra hipótese era repovoar o centro oportunizando moradias de baixo custo que trariam a mão de obra para perto do trabalho e consequentemente para a infra estrutura já existente e essencial a dignidade humana. O centro de São Paulo se encontrava em franca deterioração e nos finais de semana era reduto de vandalismo e abandono, muitos tópicos se resolveriam com a repovoação dele por famílias com trabalho no entorno.
O Rio de Janeiro é diferente devido a geografia e a vocação turística da cidade, também quanto a cronicidade do abandono que criou uma aparência de orgulho da tradição de fazer a coisa "nas coxas". Para resolver a problemática da criminalidade nas favelas cariocas, não há meios termos, haveria que se dar prioridade a instalação de polos tecnológicos, com escolas e empresas que produzissem componentes eletrônicos a preço competitivo internacionalmente e com subsídio do governo inicialmente, priorizar e subir o morro com demandas que a cidade, o centro da cidade em si não pode projetar devido as tais tradições.
Se a criminalidade do Rio é um assunto nacional e internacional, a resolução dos problemas centenários do Rio também. e sempre que este problema foi entregue às autoridades municipais ou estaduais de lá, para ser resolvido, mitigado, ela mostrou-se incompetente e um nível a mais nas hierarquias maginais foi fomentado.
Existem aproximadamente 6 milhões de reféns da má gestão pública no Rio de Janeiro. Os políticos são bandidos, a polícia tem bandidos infiltrados, e os vizinhos podem ser bandidos, o da esquerda, o da direita, e a da frente...agora me diga, amigo Shamim, quando a polícia quer impedir uma grande movimentação de seja lá o que for, armas ou drogas, e ela sobe o morro numa operação e todos estes vizinhos têm granadas de mãos e fuzis, a polícia deve dizer tchau como se o serviço em si deixasse de dever ser feito porque houve reação, os policiais deveriam, descer com um leve e gentil aceno e voltar para a base fazer serviço burocrático? 209 milhões de cidadãos brasileiros foram feitos reféns do conceito de que traficar drogas é profissão durante a administração de duas décadas de Lula e Dilma.
Cada um que for traficar vai desejar ter armas...fuzis, granadas de mão, e armas que a polícia nem pode sonhar em ter. Você me diga, Shamim, que espécie de país o Brasil se tornou, que ensina que traficar drogas é profissão?
Que a polícia não pode dar tiro, só levar? Ou, segundo os líderes políticos da gestão passada defendiam, o policial poderia atirar somente se tivesse sido alvejado antes. Assim não dá.
Mas eu concordo que nenhuma mãe deveria passar pelo horror de perder um filho numa atividade mortal como o tráfico, só que vai seguir acontecendo enquanto elegemos gente que não é séria, ou que está envolvida na criminalidade. Mas se o político da frente, do lado esquerdo, do lado direito estão envolvidos na criminalidade, o que sobra para o eleitor?
Ser considerado o grande culpado pelo padrão das bancadas que assumem?
A solução para o problema do Rio não é fácil nem há ação possível com efeito imediato, a solução é a gente subir e se misturar, é derrubar as fronteiras, talvez seja descriminalizar as drogas, mas eu não estudei como fazer isso, vou estudar e ver como seria se a maconha que está sendo consumida livremente passasse a ser comercializada por empresas formais. Temos que averiguar como isso se deu em países que fizeram esta opção.
Armas e drogas na mão de adolescentes não são algo com o que podemos conviver, e é por isso que veremos notícias de mortandades assim seguirem se dando.
O artigo cita a conspurcação dos corpos e tem razão em denunciar, não está certo desrespeitar os corpos de ninguém, nem dos criminosos abatidos em confronto, mas a gente não estava lá para saber como as coisas se deram e julguei a fonte um pouco tendenciosa.
Quem saberá o que estes policiais viram e passaram para chegar a este ponto? A selvageria é um dos estados que tiram do ser humano qualquer filtro. Ninguém sobe o morro para matar ou morrer se não estiver com o estado emocional diferente do que quando não está dando cada passo potencialmente um passo na direção da morte. Componentes eletrônicos, escolas técnicas científicas, empresas asseguradas por uma estrutura de segurança forte, e a consciência que o moço que morreu tinha assassinado outro que ele julgou que podia aniquilar uma semana antes de a polícia encontrá-lo e matá-lo em combate. Ele tinha mãe, mas o que ele matou também tinha, e se ele julgou e puxou o gatilho, em um ano quantos ele mataria? Não estou à par deste confronto, o artigo conforme você enviou parece tendencioso e a pessoa que escreveu parece determinada a entregar a autoridade máxima aos narcotraficantes, ou seja, fruto da política de educação comunista destas últimas décadas.
Link para a matéria no jornal The Guardian, que o amigo do Facebook, Ali Shamim, pediu para eu comentar. Ele pediu para eu dar minha opinião sobre o que acontece no Rio de Janeiro.
https://www.theguardian.com/world/2020/may/18/rio-de-janeiro-police-raid-coronavirus?CMP=Share_iOSApp_Other&fbclid=IwAR28bgAZPZLw9Rbz_zATdtdNaRXTjW0AwoHG8raOsdZ1Ms8onpi5U_TgyPYEu
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Ex Presidente Carter se recupera sem complicações após cirurgia do cérebro.
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
A Trepanação do Presidente Carter
domingo, 1 de setembro de 2019
As Bodas de Manjerona dos Srs.Rosalynn e Jimmy Carter
É importante mencionar que sabemos que alcançar setenta e três anos de casamento implica em força e superação, de que esta mulher e este homem são exemplos.
Até agora, 73 anos de alegrias e realizações, de vitórias, que à partir de agora e já há um bom tempo, potencializam-se dia a dia, pois dentro dos corações experientes e maduros, as emoções são mais intensas, assim como os insights mentais são mais rápidos. Ás vezes o meio respeita e celebra as conclusões as quais as pessoas com longa história de vida chegam, e Rosalynn e Jimmy fazem parte deste grupo de humanidade e desfrutam intensamente de todo tempo que têm, assim, comemoramos com este casal que exemplifica os votos universais que se usa dedicar aos jovens enamorados ou aos casais que confirmam oficialmente seu compromisso de amor eterno, desejando alegria e saúde para que sigam desfrutando do amor que os une e nos alegrando e nos tornando mais vivos e esperançosos no seu exemplo.
Parabéns!
Um pouco sobre o casal no site da Casa Branca:
"Dona Rosalynn foi co-fundadora do Carter Center e permanece ativa em seu trabalho particularmente como uma renomada e eficaz defensora da Saúde Mental. Ao longo das suas décadas de serviço público, a Sra. Carter tem sido uma defensora da Emenda dos direitos Iguais; cuidadores, imunização na primeira infância e a resolução pacífica de conflitos. A compaixão, o comprometimento e a dedicação da Sra. Carter, fazem dela um modelo para mulheres e meninas de todo o mundo."
"Eu acho que é muito importante para todos os estudantes...lembrar a importância da paz, dos direitos humanos e do amor um pelo outro, e dos princípios que nunca mudam em nossas vidas. Rosalynn, eu e toda nossa família, agradecemos do fundo do nosso coração."
Lema do presidente Carter:
"Das planícies à Casa Branca e além."
https://jimmycarter.info/president-mrs-carter/rosalynn-carter-quick-facts-bio/
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Projetos filantrópicos do Presidente Jimmy Carter
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| Ao lado da esposa, dona Rosalynn, o presidente Jimmy Carter, volta a construir casas para o Habitat for Humanity após cirurgia no quadril. Imagem Getty |
Ninguém é o centro de um círculo para onde deseje trazer dor e sofrimento, dentro do círculo, só o amor, e a pessoa integralmente, sem reservas e mais forte.
Assim, saiu recentemente de uma hospitalização breve, o presidente Carter, e a seguir se encaminhou para o projeto de casas populares.
Há aquela foto em minha página Clara d Abadia do Facebook, do presidente, sábio ancião, raspando uma parede sorridente.
Se ele apenas posou para a foto após o período de hospitalização, ainda assim, criou uma imagem mágica capaz de levar luz a muitos corações, aos dos sem teto, aos das pessoas que desistem das pequenas ações se estão impedidas por qualquer motivo de praticar as grandes, e aos que o admiram, então, nem dá para imaginar o quanto é inspirador.
Acontece que eu sofria violência e assédio quando criança, já declarei o que nunca tinha mencionado nunca antes para ninguém, que naquela fase criei um círculo e ele me levava onde o presidente Carter dava entrevistas e arrazoava no seu círculo de luz.
Ele nunca soube que eu entrava em seu círculo, mas como era um círculo de produção, de trabalho, e de boas intenções, eu podia entrar e era para ele que eu fugia quando molestada verbalmente pelo meu tio, que a título de piadas, me desmerecia e hostilizava. Infelizmente ele era o líder da família e os protestos tímidos dos meus pais nunca foram suficientes para dissuadi-lo daquela campanha de agressão contra alguém que ele nutria alguma inimizade que não levava em conta a faixa etária.
Quando gargalhava de forma canastrona e estridente apontando um dedo para mim, e com a outra mão segurando a barriga, rindo até as lágrimas dizendo que eu era uma velhinha, que nem conseguia abrir os olhos, que já tinha pés de galinha, que nunca cresceria mais que aqueles meus cinco e seis anos, que só ficaria mais curvada, e eu não tinha argumento suficiente contra o parente adulto, e só podia chorar.
Amar o presidente Carter pela televisão foi minha capa de proteção, minha escolha de sanidade mental: "Uns adultos são ruins, outros são bons, alguns homens nunca passarão dos quilos de carne que são, outros voam pelo ar e chegam através da televisão, resolvendo problemas, trabalhando com seriedade." E assim me protegi correndo para o círculo do presidente.
É claro que isso, naquele meio, seria inexplicável e acarretaria numa pecha de desnorteada, além de pessoa idiota ou incapaz de reação que procuravam me impor.
Sempre que vejo a Vida do presidente Carter me sinto grande e vejo que hoje sou bonita, saudável e que aprendo tudo ao que me dedico, que tenho ambições nobres, que o meu círculo se parece muito com o do presidente Carter, nele há sensibilidade e busca constante pela edificação.
Fiquei emocionada ao ver o ex-presidente Jimmy Carter dando sua energia a um trabalho filantrópico, iluminou meu coração.
Aqui não me entregam correspondências, pedi a minha filha e no final do ano ela trará alguns livros escritos pelo presidente Jimmy Carter, especialmente a sua biografia "Memórias Espirituais", que foi lançado no Brasil pela editora Nexo, em 1998.
domingo, 24 de março de 2019
O Havaí odeia recordar James Cook e nós compreendemos os motivos
Aquele caos que sempre sucedeu a chegada do europeu em terras onde os nativos vivem sua cultura integrada perfeitamente à natureza e sem sobressaltos.
Em 1891, após a morte do rei Kalakaua, sua irmã, Lili'Uokalani, assumiu o poder e isso à principio facilitou a comunicação com os representantes dos Estados Unidos, pois Lili, apesar de conhecer a necessidade de uma reação, tinha espírito diplomático e levou a situação da unidade e independência havaiana o máximo que pode, mas aí já havia embaixada e tropas americanas instaladas, um sujeito se arrogando a presidência da República que fundava... O governo americano não desejava exatamente isso, mas não se mobilizou para garantir os direitos do reino a Lili'Uokalani. Seus guerreiros se mobilizaram, mas antevendo um derramamento de sangue que não reverteria em vitória, Lili abdicou do trono.
Pronto! Passava o Havaí a fazer parte da América, a ser uma posse valiosa e irremediavelmente conectada aos brancos e seus costumes.
Assim tem sido e não há chance de reversão, não há mais motivos para luta, mas tampouco a memória de tudo isso deixa de exaltar ânimos de um povo que manteve sua história remota passada de geração a geração verbalmente, ainda hoje em torno das fogueiras e mesas os descendentes de Lili'Uokalani rememoram a época em que correr nu em atividades familiares e sociais e esportivas era normal, trocar de esposa volta e meia era um jogo social inofensivo e o poder dos clãs era mantido através da poligamia e uniões entre parentes próximos. Gays se casavam e isso era simples questão de gosto.
Pecado mortal? Punido mesmo com a morte era homens e mulheres fazerem a refeição juntos. Imoral demais para o gosto do havaiano antigo. Um tabu.
Com o branco e a nova religião obrigatória os costumes públicos mudaram e a terra passou a valer moedas. Isso, ao modo de ver havaiano tem o lado ruim e o lado bom, ainda tem gente vivendo na terra que seu clã ocupou desde a origem do mundo, e bom mesmo e ganhar uma grana vendendo propriedades aos enlevados e apaixonados visitantes que chegam e não querem mais ir embora.
O turismo é sua fonte principal de renda, mas o rancor pelo passado revivido constantemente na roda dos habituais luaus não deixa de permear as relações entre os que se mantém na cultura ancestral e os "invasores".
Quando nós deixamos de ser invasores?
Primeiro, quando pagamos o preço exigido pela terra que nos é vendida. Depois, quando compramos no comércio local e nossos filhos passam a sentar-se lado a lado com os considerados nativos nas escolas para sofrerem o bulliyng que tem sido inerente nestes choques entre culturas, apesar das arestas muito aplainadas, seguimos ensinando as crianças a reagir de acordo com nossos rancores ancestrais. Quem se muda de cidade, mesmo que more no mesmo país, sabe que as crianças pagam um alto preço até serem aceitas quento mais fechada for a sociedade, pior é. O saldo negativo de ensinarmos as crianças a odiar o "invasor" que está pagando para estar ali, muito mais caro do que os nativos, temos visto nos jornais.
A campanha da vez está sendo levantada contra o dono do Facebook, que foi de férias para uma das ilhas havaianas e pensou em abandonar o trabalho e viver lá. Decidiu que seus filhos tinham que crescer em meio aquele paraíso e começou a negociar um pedaço de terra que ele pudesse formar um parque, porque além de se apaixonar pela ideia de aproveitar o ventinho e tomar banho naquele mar limpinho, ele começou a ver que nem todo mundo cuida bem daquele pedaço do céu; a parte dele ele decidiu manter fantástica, decidiu revitalizar alguma coisa degradada, decidiu...decidiu que se quiser andar pelado, se sua esposa quiser andar pelada, se quiser criar seus filhos vivendo de forma mais naturalista, quer privacidade. Resolveu então traçar um perímetro em torno da terra que comprou e adquirir retalhos de terra onde ainda habitam famílias locais para poder fechar o seu parque. Mas que fechar que nada! No mesmo minuto foi como se ele fosse a reencarnação do maldito James Cook, e alguns havaianos já começaram a se agitar diante de tamanha afronta como é querer viver escondido. No Havaí, e escondido? Eles pensam que isso é demais.
Isso é demais, demais... não poder dar risadinhas vendo Marl Zuckerberg peladão na praia? Não poder contar em roda de amigos como são os seios da mulher do Mark? Simplesmente igual ao James Cook!
É assim que ao contratar advogados para realizarem as transações com os últimos proprietários do parque, Mark e Priscila ultrapassaram a barreira do bom senso. E começaram a se mobilizar para não vender nem por ouro, o que vale simplesmente o valor que tem. Mark, na ideia dos pequenos proprietários deveria ir pessoalmente negociar, e inclusive eles têm a expectativa de que poderão retalhar o figurino da Priscilla no supermercado, e eles não têm nada a ver se Mark e Priscilla são filantropos, estão envolvidos com milhares de grupos de trabalho para edificação de um mundo melhor, porque eles, estes havaianos nunca saíram do seu terreno e a eles não importa a diferença entre a agenda deles e a do novo vizinho, se ele quer morar lá, vai ter que ser como eles, e assim esquecem de que se fosse como eles, Mark não poderia comprar muita terra e levar a família de helicóptero para passar o final de semana ou alguns meses nas férias. E ele não vai se fechar em casa porque não gosta deles, é porque quando ele foi para lá, ele sarou de toda ansiedade e stress que a vida que ele leva causam, e tendo casa lá ele espera repetir o período de sossego que teve da primeira vez. Só isso, não é desgosto em curtir os costumes locais, em ver as caras locais, no meu entender ele não quer ver muitas caras além da família e amigos íntimos quando vai para as férias, e se quiser e quiser ele mesmo escolher quem vai ver? O que nós temos a ver com isso?
Vender ou não vender, eis a questão que compete a estes proprietários determinar. Vender bem, que mal tem? Melhor do que ficar ilhado com uma reles entradinha para sua pequena propriedade como se fosse um bicho em exposição no parque do Mark e da Priscila! Eles não querem isso, os havaianos estariam tão confusos quanto a identidade do casal de jovens com suas duas filhinhas, e quereriam descontar neles a gana que sentem dos brancos de outras eras?
A Rainha Lili'Uoklani foi muito inteligente compreendendo o momento, ela teve a grandeza inesperada nos monarcas, que põem o povo para brigar e morrer por eles, e ela entendeu que deveria aconselhar seu povo a conviver com os brancos em harmonia e naquele momento ela não simplesmente vendeu um terreno e se mudou para um melhor com o sobre valor que exigiu, ela abdicou da coroa dela e no momento e da forma que fez isso, ressaltou que a nobreza que herdara era merecida. O sangue dela provavelmente circula nas veias de todo o povo havaiano, que agora vai ter que decidir se para de infernizar o Mark do facebook e deixa ele montar seu pedaço no céu no Havaí, ou se vai calçar o pé porque desejaria que algum grupo que degradasse a natureza e o nome do Havaí, se instalasse em seu lugar. Paraísos na Terra não faltam. Não faltam sociedades que andariam de joelhos uma temporada para ter a família facebook a promover e valorizar sua região.
É seguro para os jovem casal de nerds e suas duas filhinhas morarem em um lugar que promove tanta desordem apenas por ego e expectativas de convívio social frustrados?
É preciso conhecer a simplicidade e empatia desta família, antes de promover uma revolta tola para um povo tão bacana quanto o havaiano.
A humanidade está observando o desenlace do caso com atenção.
Se não é impossível ao nativo, livrar-se do branco e da sua cultura, também ao branco não é possível viver longe, eles se apaixonam e querem ficar.
Resta ao nativo, capitalizar tal paixão e seguir evoluindo, juntos e ensinando costumes bons aos que a si acorrem cansados dos costumes maus das grandes cidades.










